quinta-feira, maio 26, 2005

O DVD da Alanis Morissete gravado na Reserva Nacional Navajo no Arizona me surpreendeu pela qualidade das imagens e a beleza da paisagem.

Ouvindo Alanis, lembrei da Jody Blackwell, ela lembra , senão muito na aparência, um pouco na voz a Alanis. A diferença é que Jody é independente e Alanis e magastar.
Muitas cantores pós Alanis parecem cantar no mesmo estilo vocal que ela: Avril Lavigne, Sarah Mc Lachlan, entre outras.

Será que Alanis foi à Índia para ver Sai Baba?

As letras da Alanis tem um sentido místico, mas não são puristas, senão ela ficaria com fama de santa e iria cantar gospel, dai porque, não só ela como muitos compositores inspirados, quando percebem que estão beirando ao misticismo, ao perfeccionismo estético, sujam suas letras para não ficar marcados e compromissados a repetir uma certa eficiência-sucesso, etc. Sujar as letras é uma forma de se proteger de futuros compromissos em repetir o que foi anteriormente avaliado como "perfeito", "impecável". "Uau!"
Quase todo compositor de bom senso faz isso, do contrário não sobreviria às exigências, pressões e cobranças por "mais daquilo". O mais daquilo pode tornar-se uma droga difícil de conceguir e em última instância significa a perda da liberdade de compor sem pretenção de ter sempre alguma coisa além dos sentidos trazida à tona.

Ah! Achei a Alanis a cara da Gal Costa. Vou escrever para a Jody e falar que lembrei dela ouvindo Alanis, coisa que não deve ser novidade para ela.

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