Como é bom acordar com energia, pegar no violão, do nada, improvisar acordes clássicos e blues. Parece que o lado esquerdo do cérebro conseguiu se comunicar alegremente com o lado direito. O ouvido funcionou melhor. O ouvido da mente abriu-se um pouquinho.
O ouvido do improviso apreende melhor. Já a memória para prender as notas,lidas na partitura, não é tão eficiente, logo as notas evaporam da memória. Só ficam ali como num arquivo temporário.
Depois de tempos sem ler partituras, preciso rever toda a teoria e isso é chato.
A teoria não se fixa na minha mente, mas a prática, essa é a melhor lição e escola.
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